22-07-2008 18:58Fabio ReynolCategoria , Eles Falam
Segue texto de Fábio Reynol, do Diário da Tribo, que, segundo o próprio autor, foi criado a pedido da jornalista Monica Waldwogel, preocupada com a preservação desse animal que parece estar desaparecendo aos poucos e é, certamente, muito mais importante do que o mico-leão-dourado, do tubarão branco e da baleia azul.
Muita calma nessa hora. Relacionamento morno é mais comum do que se imagina. Aliás, muitas vezes, a temperatura morna é uma condição necessária para se recuperar de um pico de temperatura...
A sugestão para escrever sobre este assunto partiu da leitora Sofia. Ela disse estar justamente vivendo o drama de não conseguir terminar a relação com seu companheiro de muitos anos. Não sei exatamente o que dizer para ela, pois nunca passei por situação semelhante, mas só por relacionamentos mais curtos, onde a decisão foi tomada com relativa tranqüilidade. No entanto, se o relacionamento está realmente morto, como ela confessa, viver uma relação ilusória por mais tempo certamente não fará bem a ninguém.
08-07-2008 22:45Com a colaboração de ClaudinhaCategoria , Eles Falam
Muitas mulheres têm medo da mamografia, mas não devem preocupar-se mais...Fazendo os seguintes exercícios uns dois minutos por dia, na semana anterior ao exame,estarão completamente preparadas para ele. São fáceis e podem ser feitos em casa!
Uma mulher pode chamar um homem para sair??? Pode pedir uma homem em namoro???
07-07-2008 07:58Sandra MaiaCategoria , Sandra Fala
Poder sempre pode! Podemos fazer tudo fora dos modelos mais tradicionais, quebrar paradigmas, virar o mundo de cabeça para baixo, descondicionar – pensar e agir fora da caixa... Então, sim, podemos pedir um homem em namoro, podemos também convidá-lo para sair, pagar suas contas, sustentá-lo e, ainda, cozinhar, lavar, cuidar da casa – tudo para ele...
A pergunta vem da leitora Luana, e vem assim cheia de interrogações, provavelmente, não por acaso. Imagino que as mulheres, que conquistaram sua emancipação em várias áreas, devem estar se perguntando se também podem se emancipar em seus relacionamentos com os homens. Não me sinto capaz de representar o gênero masculino numa resposta que pudesse ser considerada uma verdade ou, nem mesmo, algo que chegasse perto dela, mas estou aqui para me arriscar, certo? Então, a melhor forma de endereçar o dilema da Luana é deixar de lado meu esforço em ser um “homem moderninho” e me lembrar de onde vim...
Responda rápido: onde você aprendeu que sexo e amor são inseparáveis? Na escola, na igreja ou em casa mesmo? Qualquer que seja o lugar, o fato é que essas instituições precisam se preservar, e não aceitar a independência entre sexo e amor é uma forma que parece contribuir para essa missão. É um problema para as escolas, que já há muito tempo não dão conta da sexualidade das crianças; um ato de rebeldia contra a igreja, que depende de manter seus fiéis unidos para garantir sua perpetuação; e um atentado contra o princípio da família, que se baseia na presença de um pai e uma mãe para se auto-sustentar. Mas e se, pelo menos por um momento, deixássemos essas convenções de lado, como seria?