Ela diz que você é um insensível. Você não entende porque ela está amuada em um canto. Ela espera que você a convide para sair. Você não faz idéia do que ela quer. Ela sopra obscenidades em seu ouvido enquanto vocês transam, mas isso o desconcentra e incomoda. O que, às vezes, acontece entre vocês dois para que a falta de sintonia tome conta da relação?
Para discutir a relação, você é obrigado a ficar desconfortavelmente nu, se expondo ao outro sem proteção, confiando que ele não vai abusar de sua condição – pelo contrário, você só se mantém desarmado se o outro também estiver! E, normalmente, o outro resolve discutir a relação exatamente naquele momento onde o que menos queremos é discutir a relação. E quando nos preparamos e estamos prontos para uma “DR”, é o outro que quer fugir. Definitivamente, discutir a relação é uma merda!
Pode não ser lá muito agradável ouvir isso, mas o fato é que um recém-nascido já aprende o que é tesão logo que pega o bico do seio da mãe. O tesão nesse momento de nossas vidas está ligado ao simples ato de saciar a fome. Pensando bem, quer prazer maior do que esse?
Caros amigos, se estão em dúvida do que dar de presente de Natal a suas companheiras, dêem uma lida na coluna da Sandra, pois essa mulher sabe das coisas. E para vocês, amigas leitoras, nada de uma grande lista cheia de opções, que só complicaria ainda mais a vida de vocês. Afinal, quanto mais opções uma mulher tiver, mais difícil será sua decisão. Minha intenção aqui é ajudar tornar a vida de vocês mais simples e não mais complicada.
Caro amigo, antes de mais nada, é bom entender que medicamento para disfunção erétil é, como, acabo de dizer, remédio, o que significa que ele pode ter o efeito contrário, ou seja, pode lhe fazer mal. Em segundo lugar, se você não sofre de nenhum tipo de disfunção erétil, você não precisa tomar remédio para turbinar sua vida sexual. Mas... vamos e venhamos, em algum momento você acabará por ceder à sua curiosidade.
Confesso que não fiquei muito satisfeito com o texto que escrevi sobre esse tema. Às vezes, essa sensação de ter abordado um assunto superficialmente ou de maneira equivocada vem forte e eu tenho duas alternativas: deixar para lá ou rever minha opinião. Desta vez, resolvi optar pela segunda.
Excluindo-se as relações que se mantém à custa do comodismo, o que explicaria uma relação afetiva entre duas pessoas superar todas as evidências contrárias e se perpetuar indefinidamente?
O leitor Joaquim de Oliveira, que nos contou estar vivendo uma rotina meio broxante com sua noiva, quer saber o que ele pode fazer para deixá-la sempre feliz com suas ações. Eu diria que a primeira coisa a fazer é comprar uma bola de cristal...
Sei bem o que é esse negócio de tempos diferentes. Costumo dizer que mantenho dois casamentos - um com minha esposa e outro com meu sócio – e em ambos vivo o mesmo drama: nossos picos de desempenho diário raramente coincidem, trazendo um alto potencial de risco para nossas relações.
Para todo dilema na vida, há sempre uma resposta politicamente correta. E a resposta que se encaixaria nessa linha seria, claro, “alguém inteligente e feio”. Mas, honestamente, se você, algum dia, já saiu por aí para paquerar, reparou primeiro na inteligência ou na beleza da moça?
O tema deste artigo surgiu da anotação feita em um guardanapo. Estávamos eu, minha esposa e meus filhos curtindo um jantar numa conhecida churrascaria em São Paulo, quando me dei conta de que éramos atendidos, alternadamente, por mais de meia dúzia de garçons. Todos, sem exceção, quando se dirigiam a nós, usavam de uma educação extremamente refinada, não do tipo afetado, mas refinada na delicadeza, no jeito amável e amistoso de nos servir, a ponto de nos sentirmos o centro das atenções daquelas pessoas, tantas e tão sinceras as gentilezas, transformando a experiência em algo além da gastronomia. Serviam-nos um banquete dos deuses com a humildade de quem faz o que sabe e, de repente, espalha uma alegria contagiante.
Antes de mais nada, para não gerar margens a dúvidas, vamos estabelecer como conceito comum para a traição sobre a qual iremos nos debruçar aqui, o ato de infidelidade cometido por alguém que, mesmo tendo um relacionamento estável, vive uma outra relação caracterizada pela ocorrência de contato de natureza sexual. Em outras palavras, estão fora de nossa discusão paixões platônicas e qualquer outro tipo de “traição em pensamento”, o que quer que isso signifique.
Finalmente, um tema daqueles! Por que será que nem sempre amor e sexo andam juntos? Como explicar poder amar alguém loucamente e, ao mesmo tempo, não sentir a mesma intensidade no campo do desejo? Na música “Amor e Sexo” interpretada por Rita Lee, uma letra divertida contrapõe os dois mundos o tempo todo, como se, de fato, a comunicação entre eles fosse algo impossível. Quem, no entanto, já provou uma receita temperada por iguais medidas de amor e sexo sabe muito bem do poder fantástico dessa combinação.
Será que as pessoas realmente têm feito menos sexo? O que seria “menos sexo”? Menos vezes? Menos intensamente? Menos em comparação a algum “padrão”? A pergunta que alguém encaminhou pra gente e acabou virando título deste artigo deveria, na verdade, ser: “Por que será que as pessoas se preocupam tanto em quantas vezes fazem sexo?”
Quais são as regras, as dicas, os truques, os macetes para se viver a dois? Me faço essa pergunta desde a época em que éramos só eu e minha esposa. Só que já faz um tempo somos quatro e eu ainda não descobri de verdade como fazer para dividir meu espaço com mais uma pessoa, que diria então com mais três?
Em outros tempos, se ouvisse essa pergunta, logo me indignaria: claro que é melhor ficar só! Eu disse “em outros tempos”... Embora não me lembre de ter me sentido verdadeiramente mal-acompanhado em nenhum momento de minha vida, hoje vejo que, dependendo da situação, ficar só pode ser ainda pior do que não ter ao seu lado a companhia desejada.
Claro que é possível segurar uma relação sem tesão. Eu, mesmo, já tive – e ainda tenho – muitas relações onde não há o menor tesão. Por exemplo: com minha mãe, minha irmã, com diversas amigas, colegas de trabalho, clientes... Só que segurar um relação afetiva, do tipo homem e mulher, sem o mínimo tesão, que me desculpem os platônicos e os românticos puristas, mas, como costumava dizer o recém-falecido psiquiatra Roberto Freire, sem tesão não há solução!
Normalmente, vemos no outro apenas aquilo que nos interessa e, para isso, buscamos, muitas vezes, de maneira inconsciente, os aspectos extremos. Ou é alguma característica ruim, que utilizamos para rebaixá-lo. Ou, pelo contrário, só vemos o lado bonito, para que ele possa ser colocado num pedestal. Enquanto atribuímos a esse outro rótulos criados por nós mesmos, perdemos uma oportunidade de ouro de conhecer o companheiro ou a companheira que pode já ter entrado em nossa vida há muito tempo, mas que, no fundo, permanece um grande mistério, como um lago escuro no qual não ousamos mergulhar.
Juro que tento evitar ser totalmente autobiográfico no momento de escrever meus textos, mas, desta vez, não consegui... É que se há alguma coisa que faz o nível de irritação de minha mulher subir a patamares inimagináveis é aquela viradinha de pescoço para acompanhar algum avião voando baixo, só que está na hora de ela e todas as outras mulheres saberem que este é um ato masculino absolutamente involuntário.
Responda rápido: se você se deparar com um homem gentil e delicado, qual é a primeira coisa que lhe vem à cabeça? Bingo! Ele é viado! Tudo bem que abrir a porta do carro para ela, se oferecer para pagar a conta, entre outros libelos do clássico cavalheirismo, realmente acabaram ficando meio datados, mas isso não significa que gentileza não é coisa de macho.
Quem se faz essa pergunta, provavelmente, ainda não viveu uma relação afetiva de verdade. Porque basta se envolver para valer com outra pessoa para saber que dois é sempre melhor do que um.
Não adianta: podem falar o que for, mas entrar na casa dos 40 é uma merda. Você não perde mais peso com a facilidade que tinha antes, é obrigado a ir ao médico regularmente para fazer check-ups, os cabelos ficam brancos e quebradiços – sem contar os que sofrem de calvície -, deixou de ser classificado como “jovem” em pesquisas e censos e não serve mais para as melhores posições do mercado de trabalho. E o mundo todo ainda lhe cobra para se manter jovem e esbelto?!?!?!
Há muito tempo – ainda bem! -, não ouço a história de que existem mulheres para casar e mulheres para transar. Essa bobagem era tema recorrente nas conversas entre meninos uns 20, 30 anos atrás, quando a virgindade – a feminina, é claro! – ainda era encarada como um tabu. Os tempos mudaram, mas parece que nós, homens, ainda continuamos dividindo as mulheres em grupos antagônicos: as inteligentes e as burras, as feias e as gostosas, as poderosas e as carentes, as autoritárias e as submissas... E parece que as mulheres, vítimas dessa nossa compulsão em catalogá-las, andam meio piradas, tentando entender o que esperamos delas.
Quando erramos a mira na hora de fazer xixi ou monopolizamos o controle remoto para assistir a tantas partidas de futebol quantas conseguirmos, costumamos despertar a ira de nossas parceiras. E quanto a elas, quais são os hábitos femininos que deixam a nós, homens, à beira de um ataque de nervos?