{"id":258,"date":"2007-12-10T19:23:49","date_gmt":"2007-12-10T19:23:49","guid":{"rendered":""},"modified":"2010-11-04T23:16:23","modified_gmt":"2010-11-04T23:16:23","slug":"voce-conheceu-a-mulher-da-sua-vida-saiu-gostou-ligou-e-ela-sumiu-e-agora-1","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/?p=258","title":{"rendered":"Voc\u00ea conheceu a mulher da sua vida, saiu, gostou, ligou e ela sumiu?! E agora?!?"},"content":{"rendered":"<p>Ser&aacute; que ela o conheceu o suficiente para simplesmente desaparecer assim, sem dar explica&ccedil;&otilde;es?<\/p>\n<p>Me ocorre que, se voc&ecirc; sente mesmo que ela &eacute; a mulher da sua vida, n&atilde;o d&aacute; para desistir assim t&atilde;o f&aacute;cil, n&eacute;? Voc&ecirc; precisa de tempo para que ela, de repente, tamb&eacute;m desperte esse sentimento por voc&ecirc;. Ou pelo menos &eacute; nisso que voc&ecirc; tem que acreditar! Porque se o cupido te flechou, h&aacute; uma probabilidade de ele tamb&eacute;m disparar uma flecha certeira na dire&ccedil;&atilde;o dela.<\/p>\n<p>Mas como fazer para ela mudar de id&eacute;ia? Deixar sucessivos recados no celular ou scraps no Orkut t&ecirc;m tudo para funcionar como um tiro pela culatra. Ao inv&eacute;s de amor, voc&ecirc; pode acabar despertando outro sentimento nela, o &oacute;dio.<\/p>\n<p>Que tal mandar flores, escrever um cart&atilde;o apaixonado, compor uma m&uacute;sica, dedicar uma poesia, bancar uma serenata? Voc&ecirc; deve estar pensando que tudo isso faz parte de um kit rom&acirc;ntico que j&aacute; foi mais empregado no passado e que hoje parece ter se tornado &ldquo;demod&eacute;&rdquo;. <\/p>\n<p>Vim a Bras&iacute;lia entrevistar os ganhadores de um concurso que reconhece os talentos da terceiridade. O mais jovem talento que entrevistei foi uma senhora de 61 anos, que se aposentou como contabilista e, atualmente, preside a Cruz Vermelha em sua cidade e participa de oficinas e saraus liter&aacute;rios, religiosamente, toda semana. Embora de origens e hist&oacute;rias de vida completamente diferentes, percebi que o que todos eles t&ecirc;m em comum &eacute; um certo saudosismo por esses tempos de inoc&ecirc;ncia, um saudosismo que chega a ser comovente. Um senhor de 70 anos confessou que escolheu a m&uacute;sica cuja interpreta&ccedil;&atilde;o lhe rendeu o pr&ecirc;mio, pensando nela, sua esposa, por quem se diz apaixonado h&aacute; quase 50 anos.<\/p>\n<p>E eu confessei tamb&eacute;m, s&oacute; que em outro artigo, que, para chamar a aten&ccedil;&atilde;o de minha esposa, selecionei minhas m&uacute;sicas preferidas &ndash; todas rom&acirc;nticas! &ndash; e gravei uma fita cassete, que acabou chegando &agrave;s m&atilde;os dela e suscitando um segundo e estrat&eacute;gico encontro. Ou seja, a t&aacute;tica pode at&eacute; ser considerada brega ou piegas, mas, nesses tempos onde todos parecem se ocupar da palavra &ldquo;resultado&rdquo;, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que ela funcionou perfeitamente para mim.<\/p>\n<p>Voc&ecirc; n&atilde;o quer perder a mulher da sua vida sem um pouco de luta? Ent&atilde;o, comece por se contagiar pelo saudosismo dos rom&acirc;nticos. Leia Proust ou Pablo Neruda. Ou&ccedil;a Roberto Carlos, mas s&oacute; as can&ccedil;&otilde;es mais antigas. V&aacute; passear em um parque cheio de flores. Assista a um por-do-sol em sil&ecirc;ncio. Relembre seus primeiros amores. Reveja fotos de inf&acirc;ncia. Chore de saudade das coisas que j&aacute; se foram at&eacute; seus olhos arderem de verdade.<\/p>\n<p>Recupere o rom&acirc;ntico que voc&ecirc; j&aacute; foi um dia ou que sempre voc&ecirc; quis ser. Deixe ele soprar confid&ecirc;ncias em seus ouvidos. Ou&ccedil;a seus conselhos. Siga seus instintos e atraia para si o amor que voc&ecirc; merece ter. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>E, agora meu caro, eu diria que a vida continua&#8230; Mas o que voc&ecirc; quer mesmo &eacute; saber se deve insistir em um relacionamento onde o outro lado n&atilde;o est&aacute; nem a&iacute; para voc&ecirc;? Sinceramente? N&atilde;o saberia dizer.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_s2mail":"no"},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/258"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=258"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/258\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1249,"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/258\/revisions\/1249"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=258"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=258"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.discutindoarelacao.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=258"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}