O meu olhar é nítido como um girassol, por Alberto Caieiro*

Sunday, 13 May 2012, 11:31 | Tags: , | Nenhum comentário
Postado por Fábio Betti 

“O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás…
E o que vejo a cada momento
É aquilo … Leia mais >>

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Qual é o defeito que sustenta o seu edifício?

Wednesday, 09 May 2012, 20:05 | Tags: , , , , | 3 comentários
Postado por Fábio Betti 

O título deste post foi extraído da seguinte frase de Clarice Lispector: “Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.” Encaro as palavras da escritora não como mera metáfora literária – aliás, nada que venha de Clarice é só o que parece ser – , mas como um sério aviso aos que teimam sair por aí apontando o defeito dos outros como se estivessem prestando um serviço de utilidade pública. Aliás, quem pode afirmar que realmente sabe qual é o defeito que sustenta o seu próprio edifício?

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Ela o chama, ele finge que não ouve, por Antonio Prata*

Monday, 07 May 2012, 19:12 | Tags: , , , , | Nenhum comentário
Postado por Fábio Betti 

Parece sem graça, mas três décadas de treinamento transformam um jogo da velha na batalha de Waterloo

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Amor pra recomeçar

Sunday, 06 May 2012, 20:01 | Tags: , | 1 comentário
Postado por Clarissa Porciuncula 

Estava no supermercado quando a música ambiente me chamou a atenção e o refrão não saiu mais da minha cabeça. “Desejo que você tenha a quem amar/ E quando estiver bem cansado/ Ainda exista amor pra recomeçar”. Era a música do Frejat “Amor pra recomeçar”.Bateu fundo de repente e ouvi o quão profunda é a letra. Toda ela. Foi como se eu nunca a houvesse escutado antes. E nunca escutei mesmo, não dessa forma. Ouvir músicas, ler livros, assistir a filmes que já conhecemos em diferentes momentos da vida nos faz rever conceitos, analisar sentimentos e nos observar. Reavaliar nosso próprio caminho, tão cheio de histórias de nós mesmos.“Desejo que você tenha a quem amar”. Quem ama ou já amou sabe o quanto é importante esse sentimento em nossas vidas. Que transforma, frutifica, nos faz sofrer, nos faz crescer. Desejar sinceramente isso a alguém é um desejo especial. Um presente

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Verdades para jogar na cara

Tuesday, 01 May 2012, 18:04 | Tags: , , , | 6 comentários
Postado por Fábio Betti 

Nesses tempos onde expressar-se é, mais do que um direito, uma obrigação, tenho visto muita gente por aí usando a sinceridade para destilar veneno e impor suas verdades. E, depois quando obtém como resultado a raiva ou, pior, a indiferença alheia, acusa o outro de injusto ou incompreensivo. Afinal, a pessoa, pobrezinha, só estava sendo sincera.

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Da esquizofrenia ao prazer compulsório, um olhar sobre a cultura doentia do trabalho

Thursday, 12 April 2012, 09:54 | Tags: , , | Nenhum comentário
Postado por Fábio Betti 

No início de minha carreira, trabalhei numa empresa americana reconhecida como ótima empregadora. Tanto é que a maioria dos funcionários era composta por gente com muito tempo de casa. Até que um dia, pressionada pelos maus resultados, apareceu com um pacote para estimular demissões voluntárias. Os “cabeças brancas” foram os primeiros a se candidatar. Com 25, 30 anos de serviços prestados, diziam que iriam pegar a grana do pacote e curtir a vida. Que nada! Muitos entraram em depressão, subitamente conscientes da falta de sentido em suas vidas.

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Custe o que custar

Wednesday, 04 April 2012, 16:15 | Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , | 3 comentários
Postado por Fábio Betti 

Estava eu procurando na matéria da minha vida, como sempre faço, algum tema que me motivasse o suficiente para escrever um post, quando recebo este comentário aqui sobre algo que escrevi há quase quatro anos: “…o Fábio é um cara sem vergonha, vc de fato Fabio é um ordinário. Devia levar uma grande lição.” O texto que suscitou a ira desta e de outras leitoras pode ser conferido aqui ao lado, porque há anos está entre os mais populares.

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100 dias entre o céu e a terra

Friday, 23 March 2012, 06:08 | Tags: , , | 2 comentários
Postado por Fábio Betti 

A ideia surgiu no meio de uma semana do curso de Biologia-Cultural, especificamente, no dia 13 de julho de 2011. Com o tema do trabalho de conclusão a ser realizado em grupo devidamente definido, faltava encontrar um caminho onde me sentisse mais à vontade para dar minha contribuição, uma forma onde eu me percebesse, verdadeiramente, no fluir da conservação do bem-estar. Mas antes de apresentar essa ideia, gostaria de discorrer um pouco sobre o tema, de modo a expressar minha visão particular sobre ele.

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Dá para ter razão E ser feliz?

Monday, 19 March 2012, 21:12 | Tags: , , | 1 comentário
Postado por Fábio Betti 

Ultimamente, tenho ouvido bastante a pergunta “você prefere ter razão ou ser feliz?” Embora ser feliz faça muito sentido para mim, não entendo porque para ser feliz seja necessário perder a razão. Não dá para ter os dois ou o direito à felicidade é exclusivo para quem não tem razão e para os que são chamados de loucos? Não acho que perdi a razão – pelo menos, não o tempo todo – nem me acho louco – pelo menos, não o tempo todo -, mas me julgo um sujeito feliz – claro, não o tempo todo. Aliás, quando olho a minha volta, só vejo gente tentando ser feliz – tentando o tempo todo!

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Diário do Bem-Estar (Dia 100/100)

Thursday, 15 March 2012, 21:37 | Tags: , , , | Nenhum comentário
Postado por Fábio Betti 

Curiosamente – coincidência? -, o centésimo dia desde que decidi iniciar um processo reflexivo contínuo sobre o meu bem-estar por meio de um diário, fui confrontado com duas situações onde diferentes pessoas estavam vivendo conflitos importantes, onde pude me dar conta de suas necessidades, o que me permitiu ajudá-las a se conectar umas com as outras por meio dessas necessidades – na verdade, todas elas pareciam estar cobertas de razão em suas posições, porém não conseguiam perceber os sentimentos que estavam atrás dos argumentos –ancorando-os -, o que as levava a uma discussão do tipo “quem tem razão” ou a partir para o jogo “resta uma verdade”. Ao convidá-las para refletir sobre os sentimentos do “outro lado”, pude ajudá-las a se conectarem com o outro lado e, a partir deste lugar, tomar decisões que levavam em consideração a verdade do outro. Perceber que esse diálogo se processava me energizou tanto que, quando voltei ao curso de Biologia-Cultural no meio de uma atividade lúdica que remetia às brincadeiras de infância, entrei com tal facilidade que parecia que as situações que eu havia vivido instantes atrás eram também uma grande brincadeira. (20/10/2011)

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